Foco principal da Pesquisa

  • Escravidão em Angola
  • Libertos e contratados em Angola Séc. XVI ao Séc. XIX

Projetos

Formação Académica

2009
Mestrado em Gestão e valorização do Património Histórico e Cultural. Universidade de Évora

2008
Mestrado em História das Ciências e História das Técnicas. Universidade de París 1- Panthéon- Sorbonne.

2000
Graduação-Licenciatura em Ciências da Educação, na especialidade de História pela Universidade Agostinho.

1998-2000
Ensino Médio no Instituto Pré-Universitário de Benguela na especialidade de Ciências Humanas.

Experiência Profissional

2016-2019
Chefe de Departamento de Ciências Sociais do Instituto Superior de Ciências da Educação de Benguela da Universidade Katyavala Bwila

2017
Membro do projecto de Investigação para Educação Histórica do Instituto Superior de Ciências da Educação de Benguela.

2016
Membro do projecto de organização, descrição, catalogação e digitalização dos documentos Históricos do tribunal (comarca) de Benguela em colaboração com a Universidade de Notre Dame (EUA).

2015
Coordenadora adjunta do projecto de Pesquisa Científica em Arqueologia e História da Província de Benguela em colaboração com a Universidade de Panthéon Sorbonne/ Paris1.

2012-2019
Membro responsável da Escola de Práticas de campo de Arqueologia, Instituto Superior de Ciências da Educação e Museu Nacional de Arqueologia de Benguela.

2011
Docente da Universidade Katyavala Bwila, no Instituto superior de Ciências da Educação de Benguela.

2010
Docente colaboradora no Instituto superior politécnico Jean Piaget.

2005-2011
Professora de História do II nível da Escola Augusto Chipenda em Benguela.

Referências de Publicações

1.
Juelma Matos Ngãla
A importância do património cultural imaterial (PCI) através da preservação e valorização, para o desenvolvimento das comunidades.
Instituto Superior de Ciências da Educação de Benguela. 2017, pág. 160.
2.
Juelma Matos Ngãla
O ensino da História e a valorização da memoria na compreensão da história local. Uma abordagem teórica metodológica.
Instituto Superior de Ciências da Educação de Benguela. 2017, págs.81-82.
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